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Estudo de Impacto de Vizinhança viabiliza nova estrutura para Viveiro Municipal

Por Mariana Galvão Noronha

Estrutura precária foi substituída por uma construção sustentável com área duas vezes maior e mais moderna

A Prefeitura de Ponta Grossa, através de uma compensação viabilizada pela Lei de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) referente ao Condomínio Edifício Belvedere, empreendimento da Construtora e Incorporadora Rottas, recebeu na manhã de hoje (03) a nova estrutura do Viveiro Municipal, espaço onde são produzidas as mudas de flores e árvores usadas no paisagismo das áreas públicas da cidade. Além de mais moderna e funcional, a nova estrutura também foi construída com foco na sustentabilidade, com captação de água da chuva para reaproveitamento.

“O viveiro municipal realiza um importante trabalho no município, com o plantio de flores e árvores em nossas praças e outros espaços públicos e essa nova estrutura é um espaço merecido pelo trabalho que essa equipe desempenha. Esta já a segunda obra que recebemos em parceria com a construtora Rottas, de forma que o Município ganha com novos empreendimentos imobiliários e ganha com ações como essa, uma bela obra que trará mais qualidade para o trabalho desses servidores”, comemorou o prefeito Marcelo Rangel.

O investimento na obra foi de R$ 400 mil, garantindo estrutura em container com escritório, refeitório, depósito e garagem, mais as melhorias como pavimentação interna, execução de rede de drenagem e sistema de captação de água. A área do Viveiro passou de 42m² para 105m². As plantas foram reorganizadas e ainda existe a possibilidade de implantação de um orquidário no local.

“Ponta Grossa é uma cidade que precisa de um trabalho focado na arborização e o Viveiro vem conseguindo mudar essa realidade, mostrando para nós uma Ponta Grossa mais bonita e colorida. A estrutura anterior precisava de modernização e o investimento da Construtora Rottas foi fundamental nesse processo para garantir um local que dará mais qualidade de trabalho para a equipe”, aponta o secretário de Meio Ambiente, Paulo Barros.

O presidente da Rottas, Paulo Folador, destaca que o propósito da empresa não é apenas entregar obras e empreendimentos imobiliários de qualidade, mas também trabalhar em nome do crescimento sustentável da cidade.  “Toda população tem direito a uma cidade em que o meio ambiente está sendo preservado. Nesse caso, entendemos que a melhor forma de colaborar com o meio ambiente era apostar na revitalização do local que cuida do paisagismo de Ponta Grossa”, destaca.

Trabalho antigo
O viveiro municipal foi criado em 1997, pela então secretária de Agricultura, Sandra Queiroz. Ela esteve presente na solenidade para receber uma homenagem e detalhar sobre o início desse projeto. Hoje, a responsável técnica pelo Viveiro Municipal é a agrônoma Isabel Meister, que é servidora pública da Prefeitura há 24 anos.

“Essa casa nova para o trabalho do Viveiro Municipal é um sonho e só temos a agradecer a confiança do prefeito na equipe de paisagismo e no nosso trabalho e à vice-prefeita, que acreditou na revitalização desse espaço. Sem o EIV, não teríamos uma estrutura tão boa como essa que estamos inaugurando hoje”, declara Isabel.

Nos últimos anos, o Viveiro Municipal realizou o plantio de 1.5 milhão de flores, 5 mil arbustos e 1.800 árvores nativas de grande porte.

Novas compensações
O presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), Ciro Ribas, aproveitou a oportunidade para destacar outras obras que serão viabilizadas pela iniciativa privada através dos Estudos de Impacto de Vizinhança. “Através de outro empreendimento, a Rottas também já pavimentou uma ligação interbairros, entre Santa Luzia e Borato, e ainda tem medidas a serem executadas, como a reforma de um CMEI, por exemplo”, apontou o presidente do Iplan.

Também estão em destaque medidas de outros EIVs, como um Centro de Educação Ambiental que deverá ser construído no Parque de Olarias: “É um espaço que, a partir de containers, contará com sala de aula, ateliê de confecção e espaço de exposição, entre outros. Inovador e sem custo nenhum aos cofres públicos”, contou Ribas.

Estudos de Impacto de Vizinhança
A Lei dos EIVs foi criada em 2016 e, desde então, já possui 69 estudos protocolados e diversos aprovados. Ela determina que grandes empreendedores entrem com contrapartidas que funcionem como compensação nas regiões em que serão instalados – ou seja, cada grande empreendimento que irá se instalar na cidade deve oferecer serviços que funcionem como neutralizadores dos impactos causados. Na prática, são medidas como implantação de sinalizações, paisagismo em áreas próximas, pavimentações em ruas e reformas de escolas, por exemplo.

Presenças
Acompanharam a entrega do novo Viveiro Municipal a coordenadora do espaço, Elisangela Schinaider, os secretários municipais Maurício Silva, Celso Sant’Anna, Cláudio Grokoviski e Roberto Pelissari; os vereadores Rudolf Polaco, Geraldo Stocco e Paulo Balansin; o integrante do Conselho do Meio Ambiente, Edilson Gorte; representantes da Ponta Grossa ambiental e o trabalhadores da equipe de paisagismo.

Fonte: PortalPMPG

Ligação interbairros é viabilizada através de Estudo de Impacto de Vizinhança

Por Millena Sartori

Via entre Santa Luzia e Borato foi pavimentada por construtora que está lançando residencial na região

Na manhã desta quinta-feira (12) foi realizada a entrega da ligação interbairros Santa Luzia-Borato, localizada no bairro Chapada. A melhoria foi uma das medidas mitigadoras instauradas pela Lei de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) referente ao Condomínio Residencial Porto Sabiá, empreendimento da Construtora e Incorporadora Rottas que está construindo 369 unidades habitacionais.

Contemplando sistema de drenagem e pavimentação asfáltica, a obra liga as ruas Sabiá e Andorinha e foi inteiramente executada pela iniciativa privada. O investimento foi de cerca de R$ 500 mil em uma área de mais de 2,7 mil metros quadrados. Além da estrutura viária, entre as medidas do EIV do residencial também constam a reforma do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Vovó Arinda, avaliada em R$ 250 mil, e a instalação de um ponto de ônibus a até 200 metros do novo condomínio.

O presidente da Rottas, Paulo Folador, contou que a empresa é de Curitiba, mas se interessou em investir em Ponta Grossa devido ao potencial da cidade. “A economia promissora e a mão de obra qualificada chamaram a nossa atenção; hoje já temos três empreendimentos previstos para cá”, apontou ele, também destacando a ação do EIV: “Melhorar a estrutura de uma comunidade é dar mais autoestima e segurança a ela, e ficamos felizes em proporcionar isso a esta região”, finalizou Folador.

O EIV é coordenado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), e o presidente do órgão, Ciro Ribas, lembra da otimização da malha viária da região com a nova ligação. “Com essa contrapartida do empreendimento aproveitamos para desafogar o tráfego da Avenida Souza Naves, desviando o trânsito diretamente até a trincheira da Ernesto Vilela”, explica o presidente do Iplan.

Já o prefeito Marcelo Rangel ressaltou os benefícios da legislação para a população. “Não tínhamos o EIV há cinco anos, pois a ideia foi concretizada em 2016. Muitas obras grandes foram feitas antes disso prejudicando a mobilidade, mas hoje isso não acontece mais e essa ligação é um exemplo disso. O Iplan foi criado para trabalhar junto à iniciativa privada, o que vem rendendo bons frutos”, disse Rangel. Ele também avaliou os reflexos do empreendimento, afirmando que “todas as vagas de emprego geradas na obra e a compra de materiais de construção, por exemplo, refletem no desenvolvimento de todo o município”.

Também participaram da cerimônia os trabalhadores envolvidos na obra do residencial, representantes da comunidade da região, a vice-prefeita Elizabeth Schmidt, secretários municipais, integrantes da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar) e da Caixa Econômica Federal, e representantes do legislativo municipal.

EIVs – Os Estudos de Impacto de Vizinhança foram criados em 2016 através da Lei nº 12.447, que determina que grandes empreendedores entrem com contrapartidas que funcionem como compensação nas regiões em que serão instalados – ou seja, cada grande empreendimento que irá se instalar na cidade deve oferecer serviços que funcionem como neutralizadores dos impactos causados.

Na prática, são medidas como implantação de sinalizações, paisagismo em áreas próximas, pavimentações em ruas e reformas de escolas, por exemplo. Mas não são todas as novas construções que devem apresentar o estudo: são apenas as que se enquadram no Decreto Municipal 12.951/17, que regulamenta a análise e estabelece os critérios para a aplicação dos EIVs.

Fonte: Portal PMPG

Estudos de Impacto de Vizinhança de PG são exemplo para outras cidades

Por Millena Sartori

Na última semana o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan) participou do evento Debate Técnico – Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV): Contribuição à Gestão Urbana, realizado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), juntamente a representantes de outras cidades paranaenses.
O órgão da Prefeitura Municipal foi convidado a palestrar sobre o case da cidade, para que a sua aplicação dos EIVs possa servir de modelo na implantação do projeto em outros municípios. As arquitetas e urbanistas Jamile Salim e Karla Stamoulis representaram Ponta Grossa, e após as palestras foi realizado um debate para proporcionar a troca de experiências entre prefeituras.

EIVs – Os Estudos de Impacto de Vizinhança foram criados no ano passado através da Lei nº 12.447, que determina que grandes empreendedores entrem com contrapartidas que funcionem como compensação nas regiões em que serão instalados, ou seja, cada grande empreendimento que irá se instalar na cidade deve oferecer serviços que funcionem como neutralizadores dos impactos causados.
Na prática, são medidas como implantação de sinalizações, paisagismo em áreas próximas, pavimentações em ruas e reformas de escolas, por exemplo. Mas não são todas as novas construções que devem apresentar o estudo: são apenas as que se enquadram no Decreto Municipal 12.951/17, que regulamenta a análise e estabelece os critérios para a aplicação dos EIVs.

Fonte: http://www.pontagrossa.pr.gov.br/node/37622

Lei de Estudos de Impacto de Vizinhança de Ponta Grossa é usada como modelo em outras cidades

Por Millena Sartori

Municípios da região metropolitana de Curitiba convidaram representantes do Iplan para palestrar como exemplo

Nesta semana o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan) recebeu um convite para palestrar sobre a Lei de Estudos de Impacto de Vizinhança (EIVs) para municípios da região metropolitana de Curitiba. A legislação ponta-grossense está sendo usada como base para a criação de projetos semelhantes naquela região.

Os EIVs foram criados em Ponta Grossa a partir da Lei 12.447 de março de 2016 e regulamentados pelo Decreto 12.951 de abril de 2017. Eles determinam que grandes empreendedores entrem com contrapartidas de medidas compensatórias em obras significativas nas regiões em que serão instalados. Ou seja: cada grande empreendimento que irá se instalar na cidade deve oferecer serviços que funcionem como neutralizadores dos impactos causados. Na prática, são medidas como implantação de sinalizações, paisagismo em áreas próximas, pavimentações em ruas e reformas de escolas, por exemplo.

Os idealizadores do projeto são os arquitetos do Iplan Bianca Martins, Jamile Salim, Karla Volaco e John Lenon de Goes, este, que era estagiário e hoje integra o quadro de funcionários do Instituto.

Bianca, que também é diretora de Projetos e Planejamento Urbano do Iplan, afirma que a equipe irá auxiliar os municípios interessados em criar legislações semelhantes à de Ponta Grossa. “No início foi difícil implantar os EIVs, mas hoje, que todos conhecem e entendem os benefícios do projeto, há uma aceitação muito boa. Todas as medidas que são determinadas realmente refletem no desenvolvimento da cidade”, analisa a arquiteta.

Fonte: Portal PMPG