Ligação interbairros é viabilizada através de Estudo de Impacto de Vizinhança

Por Millena Sartori

Via entre Santa Luzia e Borato foi pavimentada por construtora que está lançando residencial na região

Na manhã desta quinta-feira (12) foi realizada a entrega da ligação interbairros Santa Luzia-Borato, localizada no bairro Chapada. A melhoria foi uma das medidas mitigadoras instauradas pela Lei de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) referente ao Condomínio Residencial Porto Sabiá, empreendimento da Construtora e Incorporadora Rottas que está construindo 369 unidades habitacionais.

Contemplando sistema de drenagem e pavimentação asfáltica, a obra liga as ruas Sabiá e Andorinha e foi inteiramente executada pela iniciativa privada. O investimento foi de cerca de R$ 500 mil em uma área de mais de 2,7 mil metros quadrados. Além da estrutura viária, entre as medidas do EIV do residencial também constam a reforma do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Vovó Arinda, avaliada em R$ 250 mil, e a instalação de um ponto de ônibus a até 200 metros do novo condomínio.

O presidente da Rottas, Paulo Folador, contou que a empresa é de Curitiba, mas se interessou em investir em Ponta Grossa devido ao potencial da cidade. “A economia promissora e a mão de obra qualificada chamaram a nossa atenção; hoje já temos três empreendimentos previstos para cá”, apontou ele, também destacando a ação do EIV: “Melhorar a estrutura de uma comunidade é dar mais autoestima e segurança a ela, e ficamos felizes em proporcionar isso a esta região”, finalizou Folador.

O EIV é coordenado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), e o presidente do órgão, Ciro Ribas, lembra da otimização da malha viária da região com a nova ligação. “Com essa contrapartida do empreendimento aproveitamos para desafogar o tráfego da Avenida Souza Naves, desviando o trânsito diretamente até a trincheira da Ernesto Vilela”, explica o presidente do Iplan.

Já o prefeito Marcelo Rangel ressaltou os benefícios da legislação para a população. “Não tínhamos o EIV há cinco anos, pois a ideia foi concretizada em 2016. Muitas obras grandes foram feitas antes disso prejudicando a mobilidade, mas hoje isso não acontece mais e essa ligação é um exemplo disso. O Iplan foi criado para trabalhar junto à iniciativa privada, o que vem rendendo bons frutos”, disse Rangel. Ele também avaliou os reflexos do empreendimento, afirmando que “todas as vagas de emprego geradas na obra e a compra de materiais de construção, por exemplo, refletem no desenvolvimento de todo o município”.

Também participaram da cerimônia os trabalhadores envolvidos na obra do residencial, representantes da comunidade da região, a vice-prefeita Elizabeth Schmidt, secretários municipais, integrantes da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar) e da Caixa Econômica Federal, e representantes do legislativo municipal.

EIVs – Os Estudos de Impacto de Vizinhança foram criados em 2016 através da Lei nº 12.447, que determina que grandes empreendedores entrem com contrapartidas que funcionem como compensação nas regiões em que serão instalados – ou seja, cada grande empreendimento que irá se instalar na cidade deve oferecer serviços que funcionem como neutralizadores dos impactos causados.

Na prática, são medidas como implantação de sinalizações, paisagismo em áreas próximas, pavimentações em ruas e reformas de escolas, por exemplo. Mas não são todas as novas construções que devem apresentar o estudo: são apenas as que se enquadram no Decreto Municipal 12.951/17, que regulamenta a análise e estabelece os critérios para a aplicação dos EIVs.

Fonte: Portal PMPG

Primeira oficina comunitária dos Planos Diretor e de Mobilidade Urbana levanta potencialidades de PG

Por Millena Sartori

A atividade pública elencou pontos positivos e negativos para diagnóstico do município

Foi realizada na última sexta-feira (29) a primeira oficina comunitária que integra a programação da revisão do Plano Diretor (PD) e elaboração do Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob) de Ponta Grossa. Cerca de 50 pessoas participaram da dinâmica, que teve o propósito de ouvir a população para integrar percepções sobre a cidade no diagnóstico que está sendo produzido acerca da estrutura do município.

Os documentos estão sendo feitos pela Prefeitura Municipal através do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), com a consultoria da empresa Urbtec. A arquiteta do Iplan Karla Stamoulis conta que na oficina os participantes foram divididos em grupos para elencar aspectos positivos e negativos a partir de diversos temas.

“Foram discutidas potencialidades e deficiências de pontos como mobilidade, infraestrutura, equipamentos públicos, medidas ambientais, habitação, lazer e áreas verdes, por exemplo”, relata a arquiteta, que destaca que o debate foi produtivo e envolveu pessoas com conhecimento técnico de segmentos variados.

Todas as questões citadas passarão a ser analisadas pela equipe responsável pela elaboração dos documentos, que é composta por profissionais de diversas áreas. As próximas oficinas, agendadas para o final deste mês, começarão a levantar propostas e soluções para as percepções apresentadas.

Trabalho de Campo
Desde o mês passado equipes da Urbtec, sob fiscalização do Iplan, estão realizando pesquisas técnicas em todas as regiões da cidade. “Eles estão fazendo um levantamento prático para o PlanMob. Primeiramente está sendo estudado o transporte coletivo, como frequência e ocupação das linhas disponíveis, além de abordagem dos usuários”, explica Karla, afirmando que posteriormente será explorado o sistema viário em geral.

FONTE: PORTALPMPG

Primeira oficina comunitária dos Planos Diretor e de Mobilidade Urbana será na próxima semana

Por Millena Sartori

Participação popular é fundamental para definir o desenvolvimento de Ponta Grossa nos próximos anos

A partir da próxima semana serão iniciadas as atividades voltadas à participação da comunidade na elaboração do Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob) e revisão do Plano Diretor (PD) de Ponta Grossa. O cronograma da elaboração dos documentos envolve a promoção de oficinas comunitárias e audiências públicas –enquanto a primeira modalidade realizará dinâmicas de grupo para ressaltar pontos positivos e negativos de todas as regiões da cidade, a segunda consiste na apresentação de ideias e conceitos para esclarecimento e discussão junto à população.

Através do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), o Município contratou a empresa Urbtec Engenharia, Planejamento e Consultoria para a execução do projeto. Desde abril, quando foi divulgado o cronograma de trabalho da produção dos documentos, começou a ser montado um diagnóstico infraestrutural da cidade com um levantamento de dados que está considerando tanto o trabalho produzido pela empresa que iniciou a revisão, mas rescindiu o contrato com a Prefeitura, quanto com novas informações a respeito de Ponta Grossa.

Agora, conforme explica o presidente do Iplan, Ciro Ribas Jr., as informações serão complementadas e detalhadas a partir da participação da população. “Nós precisamos da mobilização popular para que esses documentos de planejamento atendam às demandas e à realidade de quem vive em todas as regiões da cidade. Eles guiarão o desenvolvimento dos próximos 10 anos e devem contemplar as reais necessidades do município”, aponta Ribas.

A primeira oficina comunitária será realizada na próxima semana, na sexta-feira (29), às 18h30 no Centro de Cultura. As próximas estão agendadas para dos dias 30 e 31 de julho, 3 e 4 de setembro e 5 e 6 de dezembro. Já as audiências públicas serão iniciadas no dia 13 de agosto, tendo sequência programada para 12 de novembro e 7 de fevereiro de 2019.

Entenda os documentos

Segundo o Estatuto das Cidades, disposto na Lei Federal nº 10.257/2001, o Plano Diretor é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana, parte integrante do processo de planejamento municipal. Conforme explica o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), Ciro Ribas Jr., o PD pensa na próxima década, organizando o crescimento da cidade e orientando as prioridades de investimentos.

“Para aproveitar a revisão do PD também desenvolvemos o projeto do PlanMob, que projeta a otimização da mobilidade urbana da cidade. Ambos estão sendo elaborados simultaneamente, para complementar-se e atender a todos os temas de forma consoante”, ressalta Ribas.

A arquiteta do Iplan Karla Stamoulis conta que equipes da Urbtec, sob fiscalização do órgão municipal, já estão realizando trabalho de campo. “Desde as últimas semanas já podem ser observadas por toda a cidade equipes técnicas que estão realizando um levantamento para o PlanMob. A primeira fase está focando no transporte coletivo, estudando a frequência e ocupação das linhas disponíveis. A partir da próxima semana os usuários começarão a ser abordados”, explica a arquiteta, adiantando que após o transporte coletivo, será explorado o sistema viário em geral.

Urbtec apresenta plano de trabalho do Plano Diretor e Plano de Mobilidade Urbana

Por Millena Sartori

A meta é finalizar os documentos em onze meses

Na tarde desta quinta-feira foi realizada a apresentação do plano de trabalho da revisão do Plano Diretor e da elaboração do Plano de Mobilidade Urbana de Ponta Grossa. A empresa responsável pelo serviço, Urbtec Engenharia, Planejamento e Consultoria, apontou a dinâmica do trabalho, que envolverá a consultoria contratada, a gestão municipal e a comunidade.

O encontro foi iniciado na Câmara de Vereadores com a presença de representantes da consultora, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan) e dos Conselhos da Cidade e do Transporte. Posteriormente a apresentação foi feita para o prefeito Marcelo Rangel e para a vice-prefeita Elizabeth Schmidt.

A meta é finalizar os documentos em 11 meses – portanto, em março de 2019. Neste primeiro momento será produzido um diagnóstico infraestrutural do município com um levantamento de dados que irá tanto considerar o trabalho produzido pela empresa que iniciou a revisão, mas rescindiu o contrato com a Prefeitura, quanto com novas informações a respeito da cidade.

Para Ciro Ribas, presidente do Iplan, a participação da população é imprescindível para a confecção dos planos. “Nós precisamos da mobilização popular para que esses documentos de planejamento atendam às demandas de quem vive na cidade, seja em qual região for”, apontou ele, lembrando que serão promovidas oficinas comunitárias e audiências públicas no desenvolvimento os projetos.

O diretor da Urbtec, Gustavo Taniguchi, afirmou que as oficinas devem iniciar em julho. “A primeira audiência pública será realizada em agosto, e já temos reuniões programadas com o governo e as equipes organizadas para desenvolver os projetos”, explicou o diretor.

Já o prefeito Marcelo Rangel garantiu a sua participação no desenvolvimento do projeto. “Quero participar integralmente do planejamento da nossa cidade. É um município peculiar, que vem apresentando um alto crescimento nos últimos anos. É preciso organizar o nosso desenvolvimento”, analisou Rangel.

 

Fonte: Prefeitura de Ponta Grossa