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Ponta Grossa discutirá demandas na 6ª Conferência Estadual das Cidades

Por Millena Sartori

Representantes do município encaminharão propostas que poderão transformar-se em políticas públicas nacionais

Com o intuito de contribuir com políticas públicas voltadas para o desenvolvimento, representantes do poder executivo participarão da 6ª Conferência Estadual das Cidades, que será realizada dos dias 16 a 18 de agosto em Foz do Iguaçu (PR).

Organizado pelo Conselho Estadual das Cidades do Paraná, o evento costuma acontecer de três em três anos e reunirá os municípios que realizaram conferências municipais. Serão apresentadas propostas desenvolvidas em âmbito municipal, que serão discutidas para posterior escolha e encaminhamento para o evento nacional – este, ainda sem data marcada.

Conforme explica a representante do Conselho da Cidade e do Instituto de Pesquisa Planejamento Urbano de Ponta Grossa (IPLAN), Jamile Salim, este é o segundo momento da discussão municipal. “A conferência estadual é a continuidade da municipal. É quando podemos apresentar políticas públicas que se aplicam ao Estado de forma democrática, já que os delegados foram eleitos na conferência municipal”, afirma Jamile.

Os delegados são os representantes com direito a voto, e de Ponta Grossa serão enviados participantes de entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa, organizações não-governamentais (ONGs), trabalhadores, movimentos populares e representantes governo municipal. O evento é aberto ao público na modalidade de ouvintes, e as inscrições podem ser feitas durante o encontro.

Propostas de Ponta Grossa

Na 6ª Conferência Municipal da Cidade, realizada no ano passado, foram desenvolvidas as propostas que serão apresentadas por Ponta Grossa no evento estadual para avaliação e posterior encaminhamento ao encontro nacional. São elas:

1 – Desenvolver programa socioeducativo multidisciplinar de gestão participativa com foco na conservação dos recursos hídricos integrando os diversos setores da sociedade, com suporte financeiro via compensação ambiental.

2 – Revisar a legislação vigente relativa ao transporte público, criando um mecanismo que garanta que as decisões (como as definições de tarifas, a contratação de concessionárias e outros) sejam realizadas com responsabilidade social e transparência, com participação popular e com embasamento técnico, nos âmbitos municipal, estadual e nacional.

3 – Divulgar os resultados das Conferências da Cidade junto às Instituições de Ensino Fundamental, Médio e Superior, estimulando atividades de extensão, promovendo a pedagogia urbana.

Veja mais: Programação da 6ª Conferência Estadual das Cidades

Fonte: Portal PMPG

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