Projetos de acessibilidade do Iplan são destaque em Fórum do Crea-PR

Por Millena Sartori

Nesta semana representantes do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (IPLAN) participaram do Fórum de Acessibilidade, promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR). O evento foi realizado na Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa (AEAPG) e contou com a presença de gestores da região dos Campos Gerais, legisladores, Ministérios Públicos Estadual e Federal, meio acadêmico, entidades de assistência a pessoas com deficiência e demais interessados.

O presidente do Iplan, Ciro Macedo Ribas Jr., e a arquiteta do Instituto Jamile Salim apresentaram alguns projetos arquitetônicos, urbanísticos e de adequação à acessibilidade desenvolvidos pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa. Segundo o gestor do órgão eles foram produzidos em prol da eliminação de barreiras. “Apresentamos três projetos que foram elaborados pensando na mobilidade acessível, tanto as ainda existentes em edifícios e espaços públicos quanto no transporte coletivo”, explica Ribas Jr.

Um dos cases apresentados foi o programa de acessibilidade implantado nas linhas de ônibus do transporte público. Segundo a arquiteta Jamile Salim hoje todos os 217 veículos que rodam a cidade são adaptados com elevadores, e pelo menos 27 possuem duas vagas exclusivas para cadeirantes. “Outros elementos também foram incorporados, como identificação por cores, altura das barras e dos veículos, pisos, entre outros”, explica Jamile.

O Iplan também explanou o projeto arquitetônico de adequação de acessibilidade pensado para a Câmara de Vereadores. Aspectos como o acesso entre pisos – que hoje só pode ser feito por escadas ou pela parte exterior do prédio -, acesso à plenária e modificações necessárias nos banheiros foram pensados. “Também desenvolvemos a ideia de um púlpito que pode ser levantado ou abaixado, sendo móvel para atender às necessidades dos cidadãos que utilizam o palanque”, conta a arquiteta Jamile.

Já como exemplos de projetos urbanísticos os representantes do Iplan exibiram duas propostas: uma já implantada e a outra já prevista. Ambas condizem à adaptação de acessibilidade e pavimentação de ruas e contemplam ações como a construção de rampas de acessibilidade, piso tátil e construção de travessia elevada, por exemplo. A primeira, da Rua Eugênio Bocchi (bairro Boa Vista) foi executada em 2014, e a segunda, da Rua do Rosário, está garantida através de investimentos conseguidos junto ao Governo Estadual para a revitalização da via – que deve ser realizada em breve.

Fonte: Portal PMPG

Veja mais:

Crea -PR realiza Fórum de Acessibilidade em Ponta Grossa

Lei de Estudos de Impacto de Vizinhança de Ponta Grossa é usada como modelo em outras cidades

Por Millena Sartori

Municípios da região metropolitana de Curitiba convidaram representantes do Iplan para palestrar como exemplo

Nesta semana o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan) recebeu um convite para palestrar sobre a Lei de Estudos de Impacto de Vizinhança (EIVs) para municípios da região metropolitana de Curitiba. A legislação ponta-grossense está sendo usada como base para a criação de projetos semelhantes naquela região.

Os EIVs foram criados em Ponta Grossa a partir da Lei 12.447 de março de 2016 e regulamentados pelo Decreto 12.951 de abril de 2017. Eles determinam que grandes empreendedores entrem com contrapartidas de medidas compensatórias em obras significativas nas regiões em que serão instalados. Ou seja: cada grande empreendimento que irá se instalar na cidade deve oferecer serviços que funcionem como neutralizadores dos impactos causados. Na prática, são medidas como implantação de sinalizações, paisagismo em áreas próximas, pavimentações em ruas e reformas de escolas, por exemplo.

Os idealizadores do projeto são os arquitetos do Iplan Bianca Martins, Jamile Salim, Karla Volaco e John Lenon de Goes, este, que era estagiário e hoje integra o quadro de funcionários do Instituto.

Bianca, que também é diretora de Projetos e Planejamento Urbano do Iplan, afirma que a equipe irá auxiliar os municípios interessados em criar legislações semelhantes à de Ponta Grossa. “No início foi difícil implantar os EIVs, mas hoje, que todos conhecem e entendem os benefícios do projeto, há uma aceitação muito boa. Todas as medidas que são determinadas realmente refletem no desenvolvimento da cidade”, analisa a arquiteta.

Fonte: Portal PMPG

Propostas de PG serão discutidas na Conferência Nacional das Cidades

Por Millena Sartori

As demandas sugeridas pelo Município na conferência estadual foram aprovadas e poderão transformar-se em políticas públicas nacionais

A delegação ponta-grossense que representou o município na 6ª Conferência Estadual das Cidades, realizada em Foz do Iguaçu na semana passada, voltou com notícias positivas. As propostas definidas na conferência municipal e apresentadas na estadual foram aprovadas e seguirão para discussão na Conferência Nacional das Cidades – podendo transformar-se em políticas públicas brasileiras.

Também foram definidos os representantes paranaenses para os próximos eventos. Um dos diretores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA), Neymar de Meira Albach, foi eleito suplente para representar a Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) no Conselho Estadual das Cidades do Paraná. Já na Conferência Nacional das Cidades – que ainda não tem data definida – o delegado eleito para representar a região foi Sergio Rodrigues da Luz Delgado, de Carambeí.

Participaram do encontro os delegados eleitos no evento municipal, e de Ponta Grossa foram enviados participantes de entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa, organizações não-governamentais (ONGs), trabalhadores, movimentos populares e representantes governo municipal.

Propostas de Ponta Grossa

As propostas aprovadas no evento estadual foram desenvolvidas na 6ª Conferência Municipal da Cidade, realizada em 2016; agora, elas seguem para discussão na conferência nacional. São elas:

1 – Desenvolver programa socioeducativo multidisciplinar de gestão participativa com foco na conservação dos recursos hídricos integrando os diversos setores da sociedade, com suporte financeiro via compensação ambiental.

2 – Revisar a legislação vigente relativa ao transporte público, criando um mecanismo que garanta que as decisões (como as definições de tarifas, a contratação de concessionárias e outros) sejam realizadas com responsabilidade social e transparência, com participação popular e com embasamento técnico, nos âmbitos municipal, estadual e nacional.

3 – Divulgar os resultados das Conferências da Cidade junto às Instituições de Ensino Fundamental, Médio e Superior, estimulando atividades de extensão, promovendo a pedagogia urbana.

Fonte: Portal PMPG

Ponta Grossa discutirá demandas na 6ª Conferência Estadual das Cidades

Por Millena Sartori

Representantes do município encaminharão propostas que poderão transformar-se em políticas públicas nacionais

Com o intuito de contribuir com políticas públicas voltadas para o desenvolvimento, representantes do poder executivo participarão da 6ª Conferência Estadual das Cidades, que será realizada dos dias 16 a 18 de agosto em Foz do Iguaçu (PR).

Organizado pelo Conselho Estadual das Cidades do Paraná, o evento costuma acontecer de três em três anos e reunirá os municípios que realizaram conferências municipais. Serão apresentadas propostas desenvolvidas em âmbito municipal, que serão discutidas para posterior escolha e encaminhamento para o evento nacional – este, ainda sem data marcada.

Conforme explica a representante do Conselho da Cidade e do Instituto de Pesquisa Planejamento Urbano de Ponta Grossa (IPLAN), Jamile Salim, este é o segundo momento da discussão municipal. “A conferência estadual é a continuidade da municipal. É quando podemos apresentar políticas públicas que se aplicam ao Estado de forma democrática, já que os delegados foram eleitos na conferência municipal”, afirma Jamile.

Os delegados são os representantes com direito a voto, e de Ponta Grossa serão enviados participantes de entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa, organizações não-governamentais (ONGs), trabalhadores, movimentos populares e representantes governo municipal. O evento é aberto ao público na modalidade de ouvintes, e as inscrições podem ser feitas durante o encontro.

Propostas de Ponta Grossa

Na 6ª Conferência Municipal da Cidade, realizada no ano passado, foram desenvolvidas as propostas que serão apresentadas por Ponta Grossa no evento estadual para avaliação e posterior encaminhamento ao encontro nacional. São elas:

1 – Desenvolver programa socioeducativo multidisciplinar de gestão participativa com foco na conservação dos recursos hídricos integrando os diversos setores da sociedade, com suporte financeiro via compensação ambiental.

2 – Revisar a legislação vigente relativa ao transporte público, criando um mecanismo que garanta que as decisões (como as definições de tarifas, a contratação de concessionárias e outros) sejam realizadas com responsabilidade social e transparência, com participação popular e com embasamento técnico, nos âmbitos municipal, estadual e nacional.

3 – Divulgar os resultados das Conferências da Cidade junto às Instituições de Ensino Fundamental, Médio e Superior, estimulando atividades de extensão, promovendo a pedagogia urbana.

Veja mais: Programação da 6ª Conferência Estadual das Cidades

Fonte: Portal PMPG