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Iplan recebe visita técnica de acadêmicos da UEPG

 

Alunos de bacharelado em Geografia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) puderam conhecer na manhã de hoje (8) o funcionamento do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan). Cerca de 20 acadêmicos de diversas turmas visitaram o órgão e puderam tirar suas dúvidas e saber mais sobre o trabalho realizado pelos profissionais.
A arquiteta Jamile Salim recebeu o grupo e entre as pautas abordadas estiveram as principais ações desenvolvidas pelo Iplan, como os estudos de sistema viário, uso e ocupação do solo, lei de zoneamento e os projetos de lei que são desenvolvidos visando melhorias urbanas na cidade.

Fonte: Portal PMPG

Projetos de acessibilidade do Iplan são destaque em Fórum do Crea-PR

Por Millena Sartori

Nesta semana representantes do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (IPLAN) participaram do Fórum de Acessibilidade, promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR). O evento foi realizado na Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa (AEAPG) e contou com a presença de gestores da região dos Campos Gerais, legisladores, Ministérios Públicos Estadual e Federal, meio acadêmico, entidades de assistência a pessoas com deficiência e demais interessados.

O presidente do Iplan, Ciro Macedo Ribas Jr., e a arquiteta do Instituto Jamile Salim apresentaram alguns projetos arquitetônicos, urbanísticos e de adequação à acessibilidade desenvolvidos pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa. Segundo o gestor do órgão eles foram produzidos em prol da eliminação de barreiras. “Apresentamos três projetos que foram elaborados pensando na mobilidade acessível, tanto as ainda existentes em edifícios e espaços públicos quanto no transporte coletivo”, explica Ribas Jr.

Um dos cases apresentados foi o programa de acessibilidade implantado nas linhas de ônibus do transporte público. Segundo a arquiteta Jamile Salim hoje todos os 217 veículos que rodam a cidade são adaptados com elevadores, e pelo menos 27 possuem duas vagas exclusivas para cadeirantes. “Outros elementos também foram incorporados, como identificação por cores, altura das barras e dos veículos, pisos, entre outros”, explica Jamile.

O Iplan também explanou o projeto arquitetônico de adequação de acessibilidade pensado para a Câmara de Vereadores. Aspectos como o acesso entre pisos – que hoje só pode ser feito por escadas ou pela parte exterior do prédio -, acesso à plenária e modificações necessárias nos banheiros foram pensados. “Também desenvolvemos a ideia de um púlpito que pode ser levantado ou abaixado, sendo móvel para atender às necessidades dos cidadãos que utilizam o palanque”, conta a arquiteta Jamile.

Já como exemplos de projetos urbanísticos os representantes do Iplan exibiram duas propostas: uma já implantada e a outra já prevista. Ambas condizem à adaptação de acessibilidade e pavimentação de ruas e contemplam ações como a construção de rampas de acessibilidade, piso tátil e construção de travessia elevada, por exemplo. A primeira, da Rua Eugênio Bocchi (bairro Boa Vista) foi executada em 2014, e a segunda, da Rua do Rosário, está garantida através de investimentos conseguidos junto ao Governo Estadual para a revitalização da via – que deve ser realizada em breve.

Fonte: Portal PMPG

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Lei de zoneamento de uso e ocupação do solo deverá ser modificada

A legislação foi feita nos anos 90 e ainda não havia sido atualizada

Desde meados de agosto uma comissão composta pelos participantes do Conselho da Cidade e do Conselho do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (IPLAN) está analisando a Lei Municipal nº 6.329/1999, que dispõe sobre o zoneamento de uso e ocupação do solo das áreas urbanas do município. Na manhã desta terça-feira (10) foi realizado o quinto encontro do grupo, que quinzenalmente está diagnosticando as mudanças urbanas ocorridas nos últimos 18 anos e a sua relação com os pontos indicados pela legislação.

Segundo Bianca Camargo Martins, arquiteta e Diretora de Projetos e Planejamento Urbano do IPLAN, desde que a lei foi publicada não foi feita uma atualização concreta. “Durante todo esse tempo a cidade se desenvolveu e foi expandida, mas apenas alterações pontuais foram feitas na legislação. Agora, juntamente a representantes setoriais de Ponta Grossa, estamos estudando as modificações necessárias para que a lei atenda à atual realidade”, explica a arquiteta.

 

Fonte: Portal PMPG

Lei de Estudos de Impacto de Vizinhança de Ponta Grossa é usada como modelo em outras cidades

Por Millena Sartori

Municípios da região metropolitana de Curitiba convidaram representantes do Iplan para palestrar como exemplo

Nesta semana o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan) recebeu um convite para palestrar sobre a Lei de Estudos de Impacto de Vizinhança (EIVs) para municípios da região metropolitana de Curitiba. A legislação ponta-grossense está sendo usada como base para a criação de projetos semelhantes naquela região.

Os EIVs foram criados em Ponta Grossa a partir da Lei 12.447 de março de 2016 e regulamentados pelo Decreto 12.951 de abril de 2017. Eles determinam que grandes empreendedores entrem com contrapartidas de medidas compensatórias em obras significativas nas regiões em que serão instalados. Ou seja: cada grande empreendimento que irá se instalar na cidade deve oferecer serviços que funcionem como neutralizadores dos impactos causados. Na prática, são medidas como implantação de sinalizações, paisagismo em áreas próximas, pavimentações em ruas e reformas de escolas, por exemplo.

Os idealizadores do projeto são os arquitetos do Iplan Bianca Martins, Jamile Salim, Karla Volaco e John Lenon de Goes, este, que era estagiário e hoje integra o quadro de funcionários do Instituto.

Bianca, que também é diretora de Projetos e Planejamento Urbano do Iplan, afirma que a equipe irá auxiliar os municípios interessados em criar legislações semelhantes à de Ponta Grossa. “No início foi difícil implantar os EIVs, mas hoje, que todos conhecem e entendem os benefícios do projeto, há uma aceitação muito boa. Todas as medidas que são determinadas realmente refletem no desenvolvimento da cidade”, analisa a arquiteta.

Fonte: Portal PMPG